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Praça Santo Antônio, 26, Vera Cruz - Caçapava, SP

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Pastoral da Saúde

Quem somos
A pastoral da Saúde, de acordo com as diretrizes da conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é a ação evangelizadora de todo povo de Deus, comprometido a defender, promover, preservar, cuidar e celebrar a vida, tornando presente na sociedade de hoje a missão libertadora de Cristo no mundo da saúde, nas seguintes dimensões:

I – Solidária – vivência e presença samaritana junto aos doentes e sofredores nas instituições de saúde, na família e comunidade (portadores do vírus HIV, AIDS, portadores de deficiências, drogados, alcoolizados, etc.). Visa atender a pessoa integralmente, nas dimensões físicas, psíquica, social e espiritual.

II – Comunitária – visa a promoção e educação para a saúde. Relaciona-se com saúde pública e saneamento básico, atuando na prevenção das doenças. Procura valorizar o conhecimento, sabedoria e religiosidade popular em relação à saúde.

III – Político – institucional – atua junto aos Órgãos e instituições, públicas e privadas que prestam serviço e formam profissionais na área da saúde. Zela para que haja reflexão bioética, formação ética e uma política de saúde sadia.

A Pastoral da Saúde tem uma importância grandiosa para a comunidade, pois ela cumpre o papel do cristão que aproxima o doente de Jesus Cristo, dando um novo sentido para a dor. Também é seu papel humanizar e cristianizar os ambientes de tratamento dos doentes, lembrando ao corpo médico a sua vocação ante o irmão e a irmã que sofrem.

Objetivos
Evangelizar com renovado ardor missionário o mundo da saúde, à luz da opção preferencial pelos pobres e enfermos, participando da construção de uma sociedade justa e solidária a serviço da vida.

Dimensões da Pastoral
Dimensão Comunitária: Visa a promoção e a educação para a saúde. Relaciona-se com saúde pública e saneamento básico atuando na prevenção das doenças. Procura valorizar o conhecimento, sabedoria e religiosidade popular em relação à saúde.

Dimensão Solidária: Vivência da presença samaritana junto aos doentes e sofredores no hospital, domicílio e comunidade portadores de vírus HIV, deficientes, drogados, alcoolizados…

Dimensão Político-institucional: Atua junto aos órgãos e instituições públicas e privadas que prestam serviço e formam profissionais na área da saúde.
Zela para que haja formação ética e uma política de saúde sadia.

Atividades
As atividades que a Pastoral da Saúde desenvolve junto à comunidade e à sociedade são inúmeras. Vão desde a atenção aos doentes, a exemplo do “Bom Samaritano” (cf. Lc 10,30s), até a articulação junto a entidades governamentais responsáveis pelo SUS (Sistema Único de Saúde). A Pastoral da Saúde acontece com prioridade nas comunidades, conselhos de saúde, escolas, associações de bairros, sindicatos e em todos os espaços onde os cidadãos participam. O trabalho dos agentes se dá de acordo com as dimensões de atuação desta pastoral e sempre motivado pela espiritualidade da acolhida e da proteção à vida, como Jesus ensinou ao escutar, acolher e curar os enfermos.

A Pastoral da Sobriedade busca transpor a abstinência da dependência. Pretende atingir o núcleo central do ser humano levando-o a uma mudança radical de vida através de um processo permanente de conversão e compromisso. Aspira integrar seus participantes, agentes e coordenadores nas diversas atividades eclesiais contribuindo para que o Reino de Deus aconteça.

Os agentes
Qualquer pessoa da comunidade, que se coloca à disposição de seus semelhantes, contribuindo para pensar formas simples e adequadas para que todos tenham saúde, pode participar e será bem vindo na Pastoral da Saúde.Quem se propõe a trabalhar nesta Pastoral deve ser uma pessoa que cultiva pensamentos positivos, alegria e esperança. Deve estar disposto a participar dos encontros, momentos de estudo, cursos preocuparem-se com a inculturação, ter bom relacionamento com as pessoas, enfim, acreditar que seu trabalho ajuda na construção de um mundo mais humano, justo e fraterno, onde a saúde é um direito de todos e um dever do Estado.

Como Fazemos: Cuidamos de visitar os doentes em domicílio e no hospital e também temos interesse por todos aqueles que o assistem, os cuidadores: profissionais de saúde, familiares, agentes pastorais, comunidade e voluntariado, dando-lhes uma visão cristã da vida e do sofrimento.

Atendemos não só a hospitais, casas de saúde, sanatórios, mas também a creches, asilos, centros de recuperação e presídios, caso necessário;

Procuramos participar de campanhas de saúde pública, saneamento básico e outros empreendimentos pró-saúde e ações de prevenção;

Procuramos com dedicação atuar com capacitação dos agentes e todos envolvidos com o cuidado do doente. Para isso contatamos constantemente as escolas que formam profissionais de saúde: Medicina, Enfermagem, Administração Hospitalar, Nutrição, Serviço Social e outras que possam auxiliar na formação dos agentes.

Oferecemos anualmente Curso de Extensão para Agente de Pastorais e Ministros da Eucaristia, em parceria com a Faculdade Dehoniana de Taubaté, dando direito a certificado.

Participamos de Conselhos Municipais, Movimentos Populares, Grupos de Trabalhos Inter Religioso, Carias, etc.

Identificação com Jesus Cristo
A compaixão de Jesus Cristo para com aqueles que sofrem é tão grande que o próprio Jesus Cristo se identifica com eles: “Estive enfermo e me visitastes” (Mt 25, 36). “Todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos a mim o fizestes” (Mt 25, 40). “Ide e contai a João o que ouves e vedes: os cegos recuperam a vista, os coxos andam, os leprosos são limpos, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e aos pobres é anunciada a Boa-Nova” (Mt 1,4-5).

Espiritualidade
A reflexão, a meditação e a vivência dos ensinamentos de Jesus Cristo acerca dos que sofrem devem estar entre as linhas prioritárias dos trabalhos da Pastoral da Saúde. A oração pessoal frequente e perseverante leva o Agente da Pastoral da Saúde ao conhecimento profundo de Deus, faz penetrar e viver as maravilhas de sua graça.
Falar de Deus aos que sofrem é importante, mas antes é preciso falar com Deus. A intimidade com Deus é indispensável para a eficácia do trabalho apostólico.

O Carisma de São Camilo de Lális
Pertencente de uma nobre e tradicional família, Camilo de Lellis foi militar e pelo seu caráter, expulso da tropa. Viciado em jogo, levava vida profana e decadente. Perdeu todos os seus bens. No momento mais melancólico de sua vida, em uma situação de mendicância, Camilo foi tocado pela graça divina, arrependendo-se de todos os seus pecados, passando a dedicar sua vida a servir, por espírito de caridade, aos doentes pobres em hospitais. E diante de tanta dedicação, fundou a Companhia dos Servidores dos Enfermos, conhecidos como Camilianos. E não é por menos que se tornou patrono dos enfermos e dos hospitais.

Seu sobrenome remonta à história da igreja, época de Teodoro de Lellis, o Cardeal Pio II. Mas São Camilo de Lellis fez a própria história e deixou sua fé e sua dedicação aos enfermos disseminados por todo o mundo.

São Camilo era italiano de Abruzzo, mas precisamente da cidade de Bucchianico. Em 1550, ano de seu nascimento, sua família carregava no sangue virtude, coragem e brio dos que lutaram nas Cruzadas.
Seu nascimento coroou o casamento de tantos anos da senhora Camila, a mãe, que até os 60 anos de idade não tinha conseguido dar um herdeiro ao esposo João.

E foi com 17 anos que Camilo alistou-se como voluntário no exército de Veneza. Naquela época, pôde conviver com o drama dos enfermos que agonizavam diante de várias doenças. Foi dessa época também que Camilo passou a viver com uma dolorosa úlcera no pé, que o acompanhou até o último dia de vida. Nesse período, também sofreu a perda do pai e sua vida enveredou-se para os prazeres mundanos, como o da jogatina.

A vida de Camilo mudou completamente. Sofreu diante da falta de condições financeiras e de saúde. Doente, não conseguiu local para internar-se, o que o fez partir para Roma, pedindo auxílio no Hospital Santiago, justamente para tratar da chaga no pé direito. Camilo não tinha dinheiro para pagar o tratamento e ofereceu-se para trabalhos de servente e de enfermeiro.

Mal cicatrizada a ferida, Camilo, sem nenhum recurso financeiro, soube que o país recrutava voluntários para combater os turcos. E lá foi ele. Não parou tão cedo. Em 1573, mais um combate. Neste ano, quase restabelecido economicamente, Camilo, mais uma vez, rendeu-se aos prazeres mundanos e atirou-se aos jogos. Perdeu tudo. Ficou a zero, reduzido à miséria. Retornou a Nápoles e prometeu se fazer religioso franciscano.

Um ano depois, Camilo esqueceu-se do voto que fizera de se tornar religioso franciscano e mergulhou novamente no jogo. O jogo e a bebida tornaram-se vícios em sua vida. Ficou novamente na miséria. Partiu para Veneza. Passou frio e fome. Não tinha onde morar, nem dormir. Em uma das derrotas no jogo, deu como pagamento a própria camisa. Depois de muito perambular, conseguiu abrigo no convento dos capuchinhos, momento em que lembrou do voto de tornar-se religioso. Converteu-se realmente.

Camilo retornou ao Hospital Santiago, desta vez como mestre da casa. Apesar de doente, tratou dos enfermos como de si. Em 1581, com a saúde precária, decide tratar dos doentes gratuitamente. Na época, Camilo foi levado a agir assim diante da exploração, desonestidade e falta de escrúpulos dos médicos para com os doentes. Em 1582, Camilo teve a primeira inspiração de instituir uma companhia de homens piedosos que aceitassem, generosamente, a missão de socorrer os pobres enfermos, sem preocupação de recompensa.

Aos 32 anos voltou aos estudos, sendo ordenado sacerdote aos 34 anos. Aos 18 de março de 1586, o papa Sixto V aprova a Congregação Religiosa fundada por Camilo.

Em 21 de setembro de 1591, o papa Gregório XIV eleva a Congregação de Camilo ao “status” de Ordem Religiosa.

Na guerra que logo em seguida houve na Hungria, os “Camilianos” trabalharam como primeira unidade médica de campo, cuidando dos feridos.

Não bastou a Camilo tomar consigo apenas bons enfermeiros e alguns até médicos, os doentes careciam também de assistência religiosa. É evidente que a alma bem cuidada dispõe melhor o corpo para suportar os sofrimentos e sobrepor-se à doença. Vale destacar que antes de ser santo, Camilo não tinha qualquer ligação de fé no Senhor.

Na guerra que logo em seguida houve na Hungria, os “Camilianos” trabalharam como primeira unidade médica de campo, cuidando dos feridos.

Não bastou a Camilo tomar consigo apenas bons enfermeiros e alguns até médicos, os doentes careciam também de assistência religiosa. É evidente que a alma bem cuidada dispõe melhor o corpo para suportar os sofrimentos e sobrepor-se à doença. Vale destacar que antes de ser santo, Camilo não tinha qualquer ligação de fé no Senhor.

Muito doente, Camilo renunciou ao cargo de Superior Geral de sua Ordem Religiosa em 1607.

Faleceu em Roma aos 14 de julho de 1614. Sua festa é celebrada aos 14 de julho, data de sua morte.

Nos primeiros dias de julho de 1614, já no seu leito de morte, recebeu a última comunhão e deixou as seguintes recomendações: “Observai bem as regras. Haja entre vós uma grande união e muito amor. Amai, e muito, a nossa Ordem, e dedicai-vos ao apostolado dos enfermos. Trabalhai com muita alegria nesta vinha do Senhor. Se Deus me levar para o Céu, vos hei de ajudar muito de lá. As perseguições que sofreu nossa obra vieram do ódio que o demônio tem ao ver quantas almas lhe escaparam pelas garras. E já que Deus se serviu de mim, vilíssimo pecador para fundar miraculosamente esta Ordem, Ele há de propagá-las para o bem de muitas almas pelo mundo inteiro. Meus padres e queridos irmãos: eu peço misericórdia a Deus e perdão ao padre Geral aqui presente e a todos vós, de todo mau exemplo que eu pudesse ter dado, talvez mais pela minha ignorância, do que pela má vontade. Enfim, eu vos concedo da parte de Deus, como vosso Pai, em nome da Santíssima Trindade e da bem-aventurada Virgem Maria, a vós aqui presentes, aos ausentes e aos futuros, mil bênçãos”.

Camilo de Lellis morreu no dia 14 de julho de 1614. Seu féretro foi marcado por muita comoção e acompanhado por uma multidão. Mas um milagre era visto naquele dia: enquanto preparavam o corpo de Camilo para o funeral, os médicos, estarrecidos, notaram que a chaga havia desaparecido.

Em 1746, durante uma festa dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, o Papa Bento XIV, no dia 29 de junho, declara Santo o nome de Camilo de Lellis.

Em 1886, Leão XIII declarou São Camilo, juntamente com São João de Deus, Celestes protetores de todos os enfermos e hospitais do mundo católico.

ORAÇÃO DE SÃO CAMILO
Padroeiro dos doentes, dos hospitais e dos profissionais de saúde (1550-1614)
Glorioso São Camilo, volvei um olhar de misericórdia sobre os que sofrem e sobre os que os assistem. Concedei aos doentes aceitação cristã, confiança na bondade e no poder de Deus. Dai aos que cuidam dos doentes dedicação generosa e cheia de amor. Ajudai-me a entender o mistério do sofrimento, como meio de redenção e caminho para Deus. Vossa proteção conforte os doentes e familiares, e os encoraje na vivência do amor. Abençoai os que se dedicam aos enfermos, e que o bom Deus conceda paz e esperança a todos. Amém.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória.

São Camilo, rogai por nós!

ORAÇÃO DO ENFERMO
Senhor coloco-me diante de ti em atitude de oração. Sei que me ouves, tu me conheces. Sei que estou em ti e que tua força está em mim. Olha para meu corpo marcado pela enfermidade. Sabe, Senhor, o quanto me custa sofrer. Sei que não te alegras com o sofrimento de teus filhos.
Dá-me, Senhor, força e coragem para vencer os momentos de desespero e de cansaço. Torna-me paciente e compreensivo. Ofereço minhas preocupações, angústias e sofrimentos, para ser mais digno de ti.Aceita, Senhor, que eu una meus sofrimentos aos de teu Filho Jesus, que, por amor aos homens, deu sua vida na Cruz. Peço, ainda, Senhor: ajuda os médicos e enfermeiros a terem para com os pacientes a mesma dedicação e amor que São Camilo tinha.
Amém.

A Pastoral da Saúde na Diocese está organizada em 07 Decanatos, com 37 paróquias ao todo.

Decanato Taubaté:

1 – Sete Paróquias;

2 – Cinco Paróquias;

3 – Cinco Paróquias;

Decanato Caçapava:

Com cinco Paróquias;

Decanato Pindamonhangaba:

Com sete Paróquias;

Decanato Serra do Mar.

São Luiz do Paraitinga.

Jambeiro.

Natividade da Serra.

Redenção da Serra.

Decanato Serra da Mantiqueira.

São Bento do Sapucaí.

Santo Antonio do Pinhal.

Campos do Jordão (duas paróquias)

Uma Equipe Diocesana na Coordenação:

Orientador Espiritual

Coordenação;

Vice Coordenação;

Secretaria;

Vice Secretaria;

Número de Agentes da Pastoral de Saúde na Diocese

413 agentes.

1136 doentes.

DIMENSÃO SOLIDÁRIA
Na Diocese de Taubaté existe Pastoral da Saúde em 37 Paróquias.
A Pastoral da Saúde está organizada em 31 Paróquias.
Na diocese contamos com 16 hospitais e Pastoral da Saúde Organizada em oito hospitais, não existe capelania nos hospitais.
Existe formação específica para os agentes da Pastoral da Saúde na Diocese tendo um curso de extensão em parceria com a Faculdade Dehoniana, com duração de 8 meses. E nas paróquias também ocorrem duas capacitações por ano.

DIMENSÃO COMUNITÁRIA
Atividades esporádicas (campanhas) e contínuas, sócio-educativas e de prevenção, que a Pastoral da Saúde desenvolve:

Participação direta na Campanha da Fraternidade;

Participação efetiva na Comissão em Defesa da Vida;

Realização de Feira da Saúde em Paróquias setorizadas.

DIMENSÃO POLÍTICA
Relação da Pastoral da Saúde com diversos conselhos:

Participação direta no Conselho Municipal da Saúde de Taubaté (seis membros);

Comissão em Defesa da Vida (um membro);

Conselho Municipal da Assistência Social de Taubaté (um membro).

Movimentos Populares (Pindamonhangaba)

A Pastoral da Saúde exerce o Controle Social garantido pelo SUS da seguinte forma:

Através da participação direta e indiretamente de seus agentes em campanhas da Saúde, na Diocese de Taubaté;

Nas articulações com os serviços de saúde do município;

Nas articulações com as Unidades de Saúde (Postos nos bairros), como facilitador do atendimento de saúde ao assistido da Pastoral da Saúde e no contato com o Serviço de Saúde de Atendimento Domiciliar, QUALIST e PSF;

Comparecendo em reuniões:

Plenária da Câmara Municipal;

Prefeitura Municipal;

Conselho Municipal de Saúde;

Conselho Municipal Ante Drogas;

Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência;

Conselho Municipal da Assistência Social;

Palestra sobre as questões relevantes da Saúde do Município;

Conferência Municipal de Saúde;

GT Religiões AIDS (dois membros);

Coordenadora: Maria Aparecida de Souza Oliveira
Reunião: 3ª Quinta-feira do mês às 20h
Local: Centro de Pastoral